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Welcome to Sovaco da Cobra.

YOU DON'T NEED MAGIC TO USE ENERGY WISELY.

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

sábado, 7 de novembro de 2015

sábado, 10 de outubro de 2015

sexta-feira, 24 de julho de 2015

MATARAZZO.






















Formação da esquerda para a direita em pé: Jucir, Laertes, Nito, João Neves, xxx e xxx;
Agachados: xxx, xxx, Zuze, Alceu e Laurentino Alfinete.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

MOMENTO DE FÉ!

Oração pela nossa integridade, pelo Ademarzinho restabelecer-se de sua fratura  e pelo alemão que apesar de abatido por uma indisposição veio dar-nos apoio e disponibilizando-se a ir para o campo para a competição demonstrando a união deste grupo que veio para lutar, vencer é consequencia da luta!

AMUSED TO DEATH!

ROGER WATERS!

COM AS MEDALHAS E CLASSIFICADOS PARA AS FINAIS EM NOVEMBRO.


Brandi Carlile - The Story.

terça-feira, 21 de julho de 2015

JIAC 2015 - FASE CLASSIFICATÓRIA.

Realizou-se em Praia de Leste no período de 15 a 18/07/2015, os "Jogos de Integração dos Aposentados da Copel - JIAC", fase classificatória.
Participaram dos jogos 13 sub-sedes da APFC: Antonina, Paranaguá, Apucarana, Cascavel, Campo Mourão, Curitiba, Guarapuava, Londrina, Maringá, Paranavaí, Pato Branco, Ponta Grossa e Umuarama.
Estão classificados para disputar a série ouro os times de:
ANTONINA, CURITIBA, LONDRINA E PONTA GROSSA.

Para a série prata:
GUARAPUAVA, MARINGÁ, PARANAVAÍ E PATO BRANCO.

TIME DE ANTONINA:



























Formação da esquerda para a direita em pé: Carvalho, Claudemir, Almir, Ireno, Nadir e Ciro;
agachados: Edmilson, Osmail, Biscaia, Gilsinho, Eloy e Marcelo.
Este time jogou contra Paranavaí e vencemos por 7 X 0.






















Formação da esquerda para a direita em pé: Nadir, Ireno, Marcelo, Claudemir, Biscaia, Carvalho e Ciro; Agachados: Toninho, Osmail, Eloy, Ademarzinho, Gilsinho, Almir e Edmilson.
Este time jogou contra Cascavel e empatamos em 2 gols.

























Formação da esquerda para a direita em pé: Ciro, Ireno, Almir, Sérgio, Nadir e Claudemir; Agachados: Osmail, Marcelo, Gilsinho, Biscaia, Edmilson, Carvalho e Eloy.
Este time jogou contra Guarapuava e vencemos por 6 X 2.

sábado, 27 de junho de 2015

sexta-feira, 15 de maio de 2015

domingo, 3 de maio de 2015

NOVO CAMPEÃO PARANAENSE.

Em 180 minutos o Operário da cidade de Ponta Grossa meteu 5 X 0 no time do Coritiba e sagrou-se campeão Paranaense.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

segunda-feira, 13 de abril de 2015

domingo, 5 de abril de 2015

domingo, 29 de março de 2015

COMO SURGIU O "DRIBLE DA VACA"!

Copiado do:  http://nilodiasreporter.blogspot.com.br/2011/01/como-surgiu-o-drible-da-vaca.html

Vez por outra alguém lembra de indagar sobre como surgiu o termo “drible da vaca”, que denomina uma das jogadas mais bonitas do futebol. Ontem (4) a tarde ouvindo o jogo entre Linense X Osasco, pela Copa São Paulo de Futebol Júnior aconteceu o famoso lance, que originou comentários de parte do narrador e do comentarista do Canal 38 do Sportv.

A jogada também é conhecida por “meia-lua” e “gaúcha”, e sua origem remonta aos primórdios do futebol brasileiro, quando os primeiros campos eram improvisados em locais de pastagem. Era, pois, comum o jogador ter que driblar, não apenas o adversário, mas também a vaca que porventura entrasse nas quatro linhas à procura de grama para comer. O drible da vaca se caracteriza quando o jogador passa a bola por um lado do jogador adversário e vai pelo outro e consegue recuperá-la.

Nos tempos mais modernos a jogada se popularizou graças ao fenomenal ”Mané Garrincha”, que dentro da sua simplicidade de falar, contava que lá na sua terra natal, Pau Grande, no Estado do Rio de Janeiro perdeu a conta das vezes em que teve de driblar vacas, nos improvisados campos abertos de futebol, onde se misturavam os animais e os jogadores.

E isso não é nenhuma novidade. No primeiro jogo de futebol, de forma organizada que se tem notícia no país, disputado na manhã de 14 de abril de 1895, na Várzea do Carmo, no Brás, em São Paulo, entre os funcionários da Companhia de Gás de São Paulo (Gas Company of São Paulo) e da Companhia Ferroviária de São Paulo (São Paulo Railway Company), vencido pelo time da ferrovia por 4 X 2, burros a todo momento entravam no gramado para pastar. Se alguém naquele dia tivesse que driblar um burro, e a imaginação funcionasse, talvez hoje a jogada tivesse outro nome, em vez de “drible da vaca”, “drible do burro”.

Para alguns jornalistas o ex-jogador do Cruzeiro, de Belo Horizonte, Corinthians Paulista e Santo André, Eduardo Amorim, teria sido o inventor da jogada, o que não é verdade. Em quase todos os jogos ele buscava concretizar o lance. Os torcedores entravam em delírio quando Eduardo Amorim, de frente para o adversário lançava a bola pelo lado direito dele e corria na direção do esquerdo. Dava a volta no sujeito, pegava a bola do outro lado e avançava célere rumo ao gol. A imprensa mineira, por isso o apelidou de “Eduardo Rabo de Vaca”.

Eduardo, apesar de ter sido um expert em termos de “drible da vaca“, não foi um daqueles jogadores que se poderia chamar de craque. Ele até viveu um grande momento nos anos 70 e foi convocado uma vez para a Seleção Brasileira. Seu único jogo com a “amarelinha” foi num amistoso contra o Milan, na Itália. O Brasil venceu por 3 X 0.

Existem vários tipos de dribles, alguns até mais bonitos e difíceis que o da “vaca”, mas nenhum teve e tem a sua popularidade. O “drible da vaca” mais famoso que se tem noticia, foi aquele que Pelé aplicou em Mazurkievicz, goleiro do Uruguai, na Copa do Mundo de 1970, no México. Foi um “drible” com requinte especial, Pelé nem tocou na bola, enganou o goleiro com uma ginga de corpo e chutou. Pena que essa verdadeira “obra prima” não tenha sido transformada em gol. Caprichosa e injustamente, a bola se perdeu rente à trave. O lance é lembrado até hoje e costuma provocar assombro em quem o revê na TV.

Outra magistral execução do “drible da vaca” foi feita por Dener, morto em acidente automobilístico em 1994, aos 23 anos. Em 1991, no seu primeiro ano como jogador profissional, jogando pela Portuguesa de Desportos humilhou toda a defesa da Internacional de Limeira (SP), em um jogo pelo Campeonato Paulista.

Ele recebeu a bola no meio-campo. Sem muito esforço, foi tirando um a um de seu caminho até encarar o último zagueiro. Aplicou-lhe um “drible da vaca” e então só sobrou o goleiro, que resolveu sair como um maluco na sua frente. Dener tocou por cobertura, e marcou um golaço.

A última lembrança de um gol assinalado após um “drible da vaca” foi do atacante Leandro Damião do Internacional, de Porto Alegre, no primeiro jogo da decisão da Copa Libertadores da América, ano passado no México. Ele recebeu a bola no meio do campo, deu o “drible da vaca” no zagueiro, deixando-o para trás e arrancou em grande velocidade. Entrou na área e bateu forte na bola. Ela ainda desviou, pela violência do chute e tentativa de defesa do goleiro, mas morreu no fundo da rede.

A vaca também tem seu nome ligado à premiação dada aos jogadores de futebol. Um dos primeiros clubes a premiar seus atletas foi o Vasco da Gama, do Rio de Janeiro. E como o carioca sempre se destacou pela criatividade, misturou futebol e jogo do bicho. Até o ano de 1920, os jogadores recebiam doações vindas de arrecadações voluntárias. Se o montante conseguido fosse cinco mil réis, por exemplo, o “bicho” era o cachorro. Agora, para conseguir 25 mil réis, correspondente ao grupo da vaca, não era fácil. Tinha que ter muita gente colocando a mão no bolso.

Era, então, necessário “fazer uma vaca”, no sentido de arrecadar mais dinheiro. E virou “fazer uma vaquinha”, pelo costume brasileiro de privilegiar o diminutivo. E não demorou para que a expressão se espalhasse e viesse a designar também outras coisas fora do futebol. Por exemplo, para ajudar alguém em necessidade, é comum se fazer “uma vaquinha”.

Depois que o futebol se profissionalizou, o “bicho” saiu da clandestinidade e tornou-se prêmio adicional dado aos jogadores, quando de vitórias importantes e títulos conquistados.

Por fim, a pergunta: quem denominou a jogada de “drible da vaca” e quem foi o primeiro a realizá-la? Não tem resposta. O termo se perde no tempo e certamente veio da inspiração popular, dos próprios “peladeiros” que se divertiam em campos abertos de futebol, dividindo-os com vacas e outros animais. E acabou se espalhando por todo o país e até fora dele.


Eu mesmo, quando de pesquisa em jornais para um livro que estou escrevendo sobre o futebol de São Gabriel (RS), encontrei citação ao lance, em jornais de 1931. Isso, sem falar que nos meus tempos de "guri", lá no Sul dei e levei muito "drible da vaca". Então, é impossível se determinar quem batizou a jogada com tão curioso nome. (Texto e pesquisa: Nilo Dias)

TIME DO BETO.

Time do Beto na comemoração dos seus primeiros cinquenta anos.






















Da esquerda para a direita em pé: Bob, Marcos, Filho do Beto, Nando Caranguejo, Jaco, Clóvinho, XXX e Augusto; Agachados: XXX, Guifa, Pulguinha, XXX, Tutico, Augusto e Beto.

quinta-feira, 19 de março de 2015

TIME DO REFRESHEIN.

Time do bairro da Penha.






















da esquerda para a direita: Zé Preto, xxx, xxx, Clóvinho, Beto, Ari, Luizinho; Agachados: xxx, xxx. Guifa, Caranguejo, xxx e Quinha.

SOVACO CONTRATANDO NOVOS VALORES!

O cinquentinha do Sovaco está em negociações com o craque Beto, até segunda-feira teremos notícias concretas a respeito do assunto. Já passou pelas categorias de base, estão tentando o retorno.

sexta-feira, 13 de março de 2015

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

domingo, 18 de janeiro de 2015

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

É TEMPO DE CARANGUEJO!

REPRODUÇÃO DA NOTÍCIA DO IAP. IAP 28/11/2014 Temporada de captura de caranguejo começa nesta segunda-feira A partir desta segunda-feira (01.12) e até 14 de março de 2015, está aberto no Paraná o período de captura, com restrições, do caranguejo-uçá. Nesta época fica permitida a captura apenas dos indivíduos machos, com carapaça igual ou maior que sete centímetros. As fêmeas e os animais com dimensões inferiores não podem ser capturados em nenhuma época do ano, para permitir a perpetuação da espécie. A partir do dia 15 de março e até 30 de novembro de 2015 voltam a ser totalmente proibidos a captura, o transporte e a comercialização dos caranguejos. A proibição ocorre porque esse é o período de defeso do animal, ou seja, a desova e crescimento dos novos crustáceos, além da necessidade de preservar e proteger o seu habitat. "O objetivo dessa restrição é proteger a espécie não só durante o período de defeso como também proteger o ambiente em que ele vive, o mangue, afirma o presidente do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), Luiz Tarcísio Mossato Pinto. PROIBIÇÕES - Durante o período em que a captura dos crustáceos é permitida, é proibido a utilização de qualquer tipo de ferramenta cortante (como enxadas, facões, foices, cavadeira, cortadeira e outros), produtos químicos ou armadilha (como o laço e outros) ou demais meios que possam machucar, matar os animais ou causar danos ao ambiente. A captura é permitida apenas de forma artesanal feita a mão. O presidente do IAP ressalta que no período em que é possível a captura fica proibida a entrada, transporte e comercialização do caranguejo processado (inteiro ou em partes) no Paraná sem que haja inspeção federal, contendo selo e comprovação de origem do produto. “Isso ocorre para proteger a população de uma possível disseminação de doenças e preservar a espécie evitando contaminações", afirma Luiz Tarcísio. A restrição é instruída pelo Instituto Ambiental do Paraná, por meio da Portaria 180/2002. O pescador que for flagrado capturando, transportando ou comercializando os crustáceos em desacordo com as restrições determinadas pela portaria poderá ser enquadrado na lei de crimes ambientais. MULTAS - Durante esse período, fiscais do IAP e a Polícia Ambiental reforçarão as ações de fiscalização em locais onde historicamente há concentração de pescadores e registros de captura irregular e infrações ambientais. A multa varia de R$700 a R$100 mil por pescador e mais R$ 20,00 para cada quilo de caranguejo capturado, além de responder a ação judicial. Ao constatar a presença de caranguejos de tamanho ou capturados de forma irregular, todos os animais e os materiais utilizados serão apreendidos. Saiba mais sobre o trabalho do Governo do Estado em: www.pr.gov.br e www.facebook.com/governopr
Foto de hoje aqui em casa.