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quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Contos de Natal.

Não certifiquei-me da veracidade deste conto, mas entendo e avalizo o papai noel, as diferenças em matéria de educação entre nosso maravilhoso país e outros é lamentável. Sorry, Please, Excuse-me, etc, etc, How are you? Have a nice day, Sir. E outras cositas más. everything okay? Leiam e reflitam.


Época de Natal, quando tudo deve ser alegria, “educação”, amor ao próximo. Aconteceu em um grande supermercado na cidade de Novo Hamburgo, RS. Na fila do caixa, um senhor era atormentado pelo carrinho de trás. E olhem que isto poderia acontecer com qualquer um de nós. O dito carrinho era empurrado por um menor, sob os olhares complacentes da mãe, a criança empurrava o carrinho para frente e para trás, tendo como alvo as canelas do infeliz cliente. Com justa irritação, após várias batidas, o homem virou-se para reclamar da postura do menino. E ao dialogar com a mãe do mesmo, chamou a atenção das filas de clientes ao lado. Longe de simplesmente agradecer a reclamação e tomar as providências que o caso merecia, a mulher saiu-se com esta: “Meu filho ainda é pequeno e estou criando ele com liberdade!”
Uma afirmação desta natureza é uma aberração e, claro, todos se espantaram e aguçaram os ouvidos. O próximo passo seria o cidadão dar um puxão de orelhas no moleque. No moleque, mas quem merecia era mãe, pensavam....
E aí, a surpresa foi geral. Atrás, na fila, havia outro homem que resolveu bancar o Papai Noel. O bom velhinho que educa as crianças e exempla os pais quando necessário. Pois este, sem maiores delongas, abriu a embalagem de ovos que levava, tirou um deles e simplesmente encostou-o na cabeça da distinta senhora, esmagando-o.... Vocês podem imaginar? Eu fiquei imaginando e disse que não podia ser verdade! Mas havia uma testemunha presencial. E a história continuou: espantada com a ação, a clara e a gema escorrendo por seus cabelos, a mulher virou-se para trás aos gritos: “Mas o que o senhor está pensando?” E o cidadão, comprazido: “Eu também fui educado com liberdade!” E então, como pano de fundo desta história em dias de Natal em supermercados, a platéia presente iniciou uma salva de palmas, enquanto a mulher, deixando seu carrinho para trás, fugia para o estacionamento... Estas coisas é que fazem falta no Brasil. Bendito Natal. Feliz Natal para todos!”  (Ivar Hartmann) 

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014